BLOG CRIADO PARA O ESTUDO E PESQUISA DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA E DROGAS DE ABUSO, COM UMA VISÃO NEUROCIENTÍFICA, TENDO COMO OBJETIVO A PREVENÇÃO DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA, ATRAVÉS DE CONHECIMENTO E INFORMAÇÃO SOBRE AS SUBSTÂNCIAS DE ABUSO, VISANDO ESCLARECER OS PROFISSIONAIS DA ÁREA DA SAÚDE, CIENTISTAS, ESTUDANTES OU PESSOAS INTERESSADAS NA ÁREA DAS CIÊNCIAS BIOMÉDICAS E DA SAÚDE, COM PARTICULAR INTERESSE EM NEUROCIÊNCIAS E DEPENDÊNCIA QUÍMICA.

sábado, 14 de março de 2009

OVERDOSE E PRIMEIROS SOCORROS NAS INTOXICAÇÕES POR DROGAS - OVERDOSE FIRST AID TIPS



OVERDOSE E PRIMEIROS SOCORROS NAS INTOXICAÇÕES POR DROGAS.

OVERDOSE: Também denominada como super dose ou dose excessiva.

Overdose é um termo em inglês utilizado cientificamente para indicar a exposição do organismo à altas doses de uma ou mais substâncias químicas, lícitas ou ilícitas, tais como: drogas de abuso, medicamento, álcool, ou alguma outra substância.

Esta dose excessiva é capaz de provocar efeitos adversos agudos, físicos e/ou mentais, acusando sintomas clínicos que debilitam o organismo, levando à falência de órgãos vitais, como coração e pulmões, causando graves conseqüências ao indivíduo, inclusive a morte.

Geralmente liga-se o termo overdose à drogas de abuso, e à dependência química, porém sabe-se que o corpo humano tem seus limites, e várias substâncias quando utilizadas acima do que ele possa suportar, poderão desencadear reações imprevisíveis e desagradáveis.

E fisiologicamente o que ocorre?

A metabolização, ou seja, a eliminação da droga ingerida geralmente é feita pelo fígado. Nesta metabolização as drogas são decompostas, resultando em outros compostos mais simples e menos tóxicos que estas. Quando a ingestão for maior que a velocidade de metabolização, vai ocorrendo um acúmulo de substâncias tóxicas (intoxicação), alcançando níveis capazes de provocar parada cardíaca ou respiratória, ou ainda depressão total do SNC (Sistema Nervoso Central), sendo fatal.

Como exemplo podemos citar o álcool, que quando seu nível atinge 0,4% à 0,5% no sangue, equivalendo à 600 ml de uísque bebido num período igual ou inferior à 60 minutos, provoca o coma.Quando o nível ingerido atinge 0,6% à 0,7%, o equivalente à 750 ml, no mesmo período de tempo, todo o cérebro e medula entram em depressão profunda, provocando paralisia do centro respiratório, e conseqüentemente, a morte.Já a quantidade suficiente de cocaína capaz de causar uma overdose, seguida de parada cardíaca é de 1,2 g, porém os usuários desenvolvem tolerância.

Sinais de overdose

Normalmente os efeitos podem variar de indivíduo para indivíduo, devido à vários fatores, tais como: tipo de droga ingerida, quantidade, vias de administração utilizada, procedência da droga, constituição física e psicológica, circunstâncias em que ocorre a overdose.

Mas, de um modo geral são: problemas respiratórios e perda de consciência.

A overdose pode ser acidental, provocada, fatal ou não, porém torna-se difícil estabelecer um critério para cada uma dessas situações, onde na grande maioria dos casos, ela ocorre quando o usuário busca maiores efeitos, e perde o controle das doses, encaminhando-se às vezes acidentalmente e outras vezes consciente do risco que corre para quadros que poderão levá-lo à morte.

A overdose é hoje uma das principais causas de morte entre os dependente químicos.

Um grande número de mortes por overdose poderia ser evitado, desde que o indivíduo em crise por overdose recebesse socorro adequado e imediato de um atendimento especializado. Devemos ressaltar que os amigos ou a(s) pessoa(s) que o socorrem terão o direito ao anonimato, não correndo o risco de serem delatados.

Uma das coisas que não deve-se fazer é provocar vômitos, o que em caso de overdose não auxiliaria, e seria ainda mais prejudicial. O ideal é que sempre se procure um serviço médico especializado com profissionais preparados para esse tipo de atendimento, onde encontra-se na rede hospitalar pública ou privada.


INTOXICAÇÃO POR DROGAS


O Consumo de Drogas (Álcool,Maconha,Cocaína,Etc.) vem aumentando significativamente a cada dia,por mais que se comprovem os malefícios por elas causados.As reações ao uso variam conforme o tipo de droga e a quantidade consumida,considerando-se também o estado geral de cada usuário.

De todas,o álcool é a droga mais consumida.E seus efeitos podem se tornar muito mais graves quando o seu uso for combinado ao de outras drogas.De um modo geral,as reações se assemelham,qualquer que seja o tipo de droga consumido.


PRINCIPAIS SINAIS E SINTOMAS DO USO EXCESSIVO DE DROGAS


  • Agitação Motora ou Sonolência/Inconsciência
  • Alucinações
  • Respiração Acelerada (podendo Evoluir para respiração lenta)
  • Batimentos cardíacos acelerados ( que podem se tornar lentos)
  • Salivação Excessiva
  • Suor Abundante

NO TRATAMENTO DE EMERGÊNCIA ,O SOCORRISTA DEVE:


  • Observar o nível de consciência,ficando atento para o fato de a vítima se mostrar desorientada e com alucinações.
  • Em caso de agitação,conter a vítima,para evitar que ela machuque a si mesma ou quem estiver próximo.
  • Se a vítima estiver inconsciente,verificar o ABC da vida,ou seja,as vias Aéreas,a Boa respiração e a Circulação.
  • Providenciar atendimento médico de imediato.

JAMAIS DÊ LÍQUIDOS,ALIMENTOS OU QUALQUER MEDICAMENTO A UMA VÍTIMA DE USO EXCESSIVO DE DROGAS,SEM ORIENTAÇÃO MÉDICA.

Overdose

First aid tips

An overdose happens when high levels of a drug are taken. This can seriously affect all of the person’s physical and mental abilities. The overdose can be deliberate as a suicide attempt or it can be accidental, for example in older people taking a lot of medication.

Do not leave the person alone while waiting for assistance. If you find a suicide note, take this with you to the hospital

What’s happening?

The person in trouble may:

  • be drowsy, confused or unconscious
  • find it difficult to speak, slurring their words
  • find it hard to balance and lose coordination
  • be agitated, aggressive or excitable
  • have shallow breathing and weak pulse
  • have stomach pain
  • be nauseous or vomiting

What to do

  • Help the person into a comfortable position.
  • Call for an ambulance.
  • Check the person’s airways and resuscitate if necessary and if you know how to.
  • Look for empty containers to try to identify the drug used.
  • Take any medication bottles to the hospital with a sample of their vomit if it is possible to get one.

FIRST AID FACT

It can be harmful to make the person be sick if they have taken an overdose. Do not give them any food or drink either.

domingo, 1 de março de 2009


Compulsão alimentar, evitando um vício


Compulsão alimentar


Canalizada para alimentos específicos, principalmente chocolates, doces, biscoitos, sorvetes e pão, a compulsão alimentar é uma forte necessidade de fundo psíquico. Normalmente esse mecanismo psicopatológico é desencadeado pelo déficit do neurotransmissor serotonina no cérebro e pode ser agravado pela presença excessiva de insulina na corrente sanguínea. Produzida pelo pâncreas, a insulina é um hormônio que participa do metabolismo dos açúcares no sangue. Quanto mais açúcares (amido e carboidratos) se consome, maior será a quantidade de insulina lançada no sangue. Hábitos alimentares ricos em carboidratos de alto índice glicêmico, como pães e doces, podem desencadear um circulo vicioso em que quanto mais a pessoa come mais tem necessidade de comer. Na maioria das pessoas que sofrem de compulsão alimentar, o problema tem origem na forma errada de se alimentar, o que faz com que o pâncreas fique desregulado e inchado. O resultado é uma pessoa mais propensa ao acúmulo de gordura e à voracidade por alimentos que só fazem piorar a situação.

Por meio de programas alimentares que preconizam a suspensão de carboidratos (por tempo curto ou longo, dependendo de cada caso), consegue-se, em pouco tempo, "domesticar" a gula. A queda dos níveis de insulina melhora a sensação de fome descontrolada, e a pessoa se vê livre dessa pressão que costuma ser mais forte no fim do dia e à noite. Com um tratamento bem direcionado, a pessoa pode, aos poucos, voltar a ter uma alimentação normal, com ingestão de todos os nutrientes necessários ao bom funcionamento do organismo. Mas sempre com o cuidado de evitar, na rotina, o consumo de alimentos ricos em carboidratos de alto índice glicêmico como doces, massas, derivados de farinha de trigo não integral, entre outros.

Food Addiction – Are You a Food Addict?


Food addiction is a contemporary term used to describe a pathological disorder; the compulsive, excessive craving for and consumption of food. This condition is not only manifested by the abnormal intake of food, but the intake and craving for foods that are, in themselves, harmful to the individual. While society and the medical profession have readily understood alcoholism and drug abuse, it is only in recent years that there is an equal acceptance of the fact that persons may be addicted to food in the same way. When any substance is taken into the body regardless of its potential for harm or in excess of need, that substance is said to be abused. Individuals who abuse substances in such a way are addicts; these persons become physiologically and mentally dependent upon certain substances, in this case food.

One need only ask themselves a few key questions to determine his or her addiction:

  • Do you eat when you are not hungry or when you feel low or depressed?
  • Do you eat in secret or eat differently in front of others than when you’re alone?
  • Do you consume inordinate amounts of food and then purge later with vomiting or laxatives to get rid of the excess?
  • Are there foods that are harmful to you, but you eat them anyway?
  • Do you feel guilty after eating?
If you can answer yes to any of these questions than you are likely addicted to food.

Food Addiction – Causes and Manifestations


Food addiction, as with any other addiction, is a loss of control. The individual understands that their way of eating is harmful, but continues the destructive behavior. The phenomenon of food addiction is both physiological and psychological.

Many individuals have what may be termed “food allergies.” These are trigger foods which when ingested cause negative symptoms and changes in the body but at the same time provoke cravings. The individual, for instance, the diabetic, may be made “sick” by the intake of sugar, but will still continue to crave it and eat it in excess, with adverse effects. Studies are also continuing regarding certain proteins in milk and wheat which when ingested produce narcotic-like effects. These chemicals mimic the body’s natural painkillers, endorphins, and have thus been termed “exorphins.” Individuals may be suffering from depression, low self-esteem or loneliness; they will find a high when ingesting large quantities of food or certain foods such as salt or chocolate. The immediate high gives way to a sick feeling or guilt, leading to more depression. Because the addict is out of control, he or she will turn once again to the same eating patterns in a conscious or unconscious effort to feel better.

Food addicts come equally from all age, race, and gender groups. They are overweight, underweight, and some of normal weight. They are linked by their obsession with food. The obese individual suffers humiliation due to excess weight; they may be lethargic and sedentary unable to move around freely. The underweight person may be bulimic; though they eat obsessively, they are so afraid of becoming overweight that they will induce vomiting, take laxatives, or exercise compulsively to prevent weight gain. They may also alternate with periods of anorexia, reframing from food to control their weight. The person of normal weight while appearing normal may be obsessed with food, constantly thinking about what to eat or how much they weigh. The entire subject of food is a misery to them; they count calories compulsively, eating without enjoyment.

Food Addiction – Is There Any Hope for Recovery?


Food addiction is a serious condition with many adverse health consequences. Obesity, psychological disorders, diabetes, and gastric anomalies are just a few.

The first step to recovery is, of course, the realization and acceptance of the problem. Medically, individuals must identify which foods -- the trigger foods -- cause allergic symptoms and cravings.

There is no easy way to combat food addiction; it will require intense discipline in modifying eating patterns and lifestyle. A manageable exercise program should be embraced along with dietary changes that may be maintained. Ambitious attempts to change eating patterns abruptly or to lose weight quickly rarely have long-term success.

The physiological and psychological dependency of food can best be broken when the individual recognizes that they are powerless to combat it alone. They must look to God, who alone is able to provide help and healing in this and all areas of human helplessness. “For I am the LORD who heals you" (Exodus 15:26b) God is as much concerned with our physical well being as He is with our spiritual relationship to Him. As an individual seeks Him, he will find health and healing and recovery. “Dear friend, I am praying that all is well with you and that your body is as healthy as I know your soul is” (3 John 2).

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Diferenças da Metabolização do Álcool entre homens e mulheres - Differences in metabolism of alcohol in Men and Women


Diferenças da Metabolização do Álcool entre homens e mulheres

Os efeitos do uso de álcool entre homens e mulheres não são iguais devido ás diferenças químicas em seus organismos. As mulheres geralmente têm menos água corporal que os homens, por isso o álcool ingerido por uma mulher é menos diluído em seu organismo; com isso os efeitos são maiores. As mulheres também tendem a ter menor quantidade de enzimas, que fazem a quebra e neutralizam parte do álcool no estômago, antes dele entrar na corrente sanguínea. O organismo feminino metaboliza o álcool influenciado por mudanças hormonais durante o ciclo menstrual. Por isso, o nível de álcool no sangue feminino, tem variadas oscilações; mesmo que a quantidade de álcool consumida seja igual em diferentes períodos do ciclo menstrual. O uso de anticoncepcional oral também tem influência no processo do metabolização do álcool.


Alcoholism Differences Between Men and Women: Health Issues

  • Women's bodies react differently to the effects of alcohol. For example, women's livers are more sensitive to alcohol, and they suffer from higher rates of liver diseases and can contract such diseases faster than men who indulge in the same quantities of alcohol. Women also, on average, have smaller bodies than men, so amounts of alcohol that don't affect men can have severe repercussions for those with lower body weight. Women also absorb alcohol at different rates, so while men may be able to process alcohol in a relative short period of time, women may retain the same amount of alcohol in their bodies for a longer period.


    Alcoholism Differences Between Men and women: Alcoholic Liver Disease

    The fact that women retain alcohol in their bodies for longer periods of time than do men is crucial to understanding why alcohol's effect on women is so much more serious than its effect on men. Because of this fact, women are more at risk for developing liver disease and liver-related diseases and the amount of alcohol consumed isn't necessarily as much of a factor.


    Alcoholism Differences Between Men and Women: Alcoholic Brain Damage

    It is a well known fact that alcohol damages the brain by killing brain cells, but there is another side to this fact: women are more at risk from alcohol-related brain damage than are men. In studies done on men and women who consumed alcohol, women showed more differences in their brains due to alcohol damage than did men. In addition, women are more at risk for heart problems coming due to alcohol abuse, and even if women consume less alcohol than men, they are still more at risk for developing heart disease than are men. The reasons for this are not completely understood, but more studies are currently underway.


quinta-feira, 7 de agosto de 2008

A IMPORTÂNCIA DOS INTÉRPRETES ESPECIALIZADOS EM TERMINOLOGIA MÉDICA PARA OS HOSPITAIS BRASILEIROS



Pacientes estrangeiros ampliam receita de hospitais no Brasil
Quinta-feira, 24 de Julho de 2008 às 10:50 PM Postado por GoodGuy
Além das clínicas e consultórios, muitos hospitais também verificam um crescimento no atendimento a estrangeiros. Um exemplo é o Hospital do Coração (HCor), em São Paulo, que até maio registrou um aumento de 83% nas internações desses pacientes em relação a 2007.

Atento a essa demanda internacional crescente, o hospital pretende estruturar nos próximos meses uma área para garantir o suporte a esses pacientes. "Grande parte do mérito por esse crescimento é dos nossos profissionais, que têm buscado manter um bom relacionamento com entidades médicas internacionais e governos de diversos países", aponta André Luís da Silva, gerente executivo comercial do hospital.

Segundo ele, os angolanos são hoje os mais numerosos, respondendo por cerca de metade dos atendimentos a estrangeiros. Muitos deles recebem apoio de seu governo para se tratar no Brasil, o que ocorre também com parte dos pacientes cubanos que o hospital recebe.

Assim como o HCor, o Hospital Sírio-Libanês, também em São Paulo, integrou o Consórcio Saúde Brasil, criado em 2006 para divulgar a expertise médica brasileira no exterior. O consórcio, que contou ainda com os hospitais Samaritano (São Paulo), Moinhos de Vento (Rio Grande do Sul), e Brasília (Distrito Federal), terminou no final do ano passado, mas os frutos do trabalho realizado continuam sendo colhidos.

A receita do Sírio-Libanês com estrangeiros cresceu nada menos que 168% nos primeiros meses de 2008 em relação ao mesmo período do ano anterior.

Em 2007, esse grupo de pacientes foi responsável por 5% do faturamento do hospital, porcentagem expressiva se comparada aos 0,5% registrados em 2006. Oncologia e cardiologia são as especialidades mais procuradas e, entre as nacionalidades, o destaque fica para os norte-americanos, angolanos, paraguaios e franceses.

No início de 2007, o hospital criou um setor de relações internacionais que firmou contratos com mais de 30 seguradoras internacionais. O suporte logístico ao paciente também passou a ser contemplado. A divisão assistencial fornece auxílio para a organização da viagem, com sugestões de acomodação, agendamento de traslado e indicação de passeios para os acompanhantes.

A divisão também é responsável por viabilizar a comunicação entre o paciente/acompanhante e o hospital. "Já investimos mais de R$ 1,6 milhão em cursos de inglês para os funcionários e placas de sinalização no idioma, entre outras ações", contabiliza Deise de Almeida, superintendente de negócios corporativos e marketing do hospital.

Laboratórios e clínicas também passaram a contratar pessoal mais qualificado. A de Ivo Pitanguy, por exemplo, tem secretárias trilíngües.

Saúde pública

Ainda que em menor escala, o fluxo de estrangeiros pode ser constatado também no sistema público de saúde. É o caso de pacientes com Aids, que vêm em busca de atendimento gratuito e de boa qualidade. "Muitas pessoas, diante da possibilidade de mudar para outros países, optam por ficar no Brasil ou retornam rapidamente ao país por conta do tratamento que têm disponível aqui", diz Eliana Gutierrez, diretora da Casa da Aids do Hospital das Clínicas de São Paulo.

No Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids, também em São Paulo, a situação não é muito diferente. Assim como o público nacional, os estrangeiros se beneficiam de acompanhamento médico e acesso gratuito ao coquetel anti-Aids.

Entre 1985 e 2005, 658 estrangeiros foram atendidos no centro. Em 2006 e 2007, foram 37 ao ano. Angolanos e bolivianos, seguidos de argentinos e portugueses, aparecem no topo da lista no último biênio.

Fonte: Ciência e Saúde


Por tudo o que lemos nesta matéria,não podemos negar a necessidade dos hospitais em terem em seu quadro um intérprete especializado em Terminologia Médica Inglês-Português,já que o Inglês é considerado atualmente a segunda Língua depois do Idioma de cada país,visto que na China várias pessoas foram treinadas em Inglês para poderem facilitar a comunicação com os visitantes estrangeiros durante os jogos olímpicos.E também na Holanda muitos livros universitários já são publicados em Holandês e Inglês simultaneamente ,e em Israel,o inglês é a segunda língua falada depois do Hebraico. Nos EUA,muitos hospitais já dispõe de serviço de Intérpretes Inglês-Espanhol,Português,etc...pois lá diferentemente do resto do mundo,o inglês é a língua oficial e nativa,porém muitos imigrantes não falam inglês,apesar do Inglês ser a língua universal hoje em dia no mundo....


Em Boston,Massachusetts,nos EUA,"os intérpretes treinados em terminologias médicas, especialmente aqueles que falam espanhol, são muito requeridos a medida que a população do país se diversifica cada vez mais, disse Cindy Roat, da Associação de Tradutores dos EUA. Apesar disso, também há demanda por intérpretes de outros idiomas.”

Demanda

“Em Alburquerque, Novo México, há grande demanda de pessoas que possam falar em navajo (dialeto) e vietnamita. Em Seattle, no estado de Washington, se requerem intérpretes de russo, vietnamita, cantonês e o idioma do Camboja.
Em Boston, com uma população ampla falante de português, incluindo principalmente portugueses e brasileiros, há necessidade da ajuda dos tradutores. Na Flórida, além de falantes de espanhol, necessita-se tradutores em creole, a variante do francês falado no Haiti.
"Certamente num ambiente médico compreender (o idioma de outra pessoa) é uma questão de vida ou morte", disse Leni Kirkman, porta-voz do Hospital Universitario em San Antonio, onde são muito requeridos os intérpretes de idiomas asiáticos.”

Medidas adicionais

“Alguns hospitais estão adotando medidas adicionais para atrair empregados bilingües. No hospital Parkland Memorial, de Dallas, os empregados recebem um salário mais alto se falam outro idioma, disse Linsey Purl, porta-voz do hospital.”
Tanto o hospital Parkland como o sistema de saúde pública de Houston oferecem aulas de terminologia médica em espanhol. Mas persiste uma grande demanda de intérpretes.
"A alma do paciente"
O médico Roberto Andrade, do Centro de Saúde Thomas Street, em Houston, que fala inglês e espanhol, disse que os intérpretes podem fazer o importante contato pessoal com o paciente.
“Os médicos obtêm a maior parte do diagnóstico de um paciente em uma conversa sobre seu histórico clínico, não de laboratórios ou de máquinas, disse.”
"Você não obtêm as emoções ou sentimentos do paciente", disse Andrade. "Você não consegue a alma do paciente. Tudo é muito frio, muito rápido. É muito incômodo, quando se fala com um paciente sobre problemas que não deseja fazer públicos, que o intérprete seja o encarregado de transmitir esses problemas".

Importance of Language Services & Medical Terminology


Hospital leaders across America are changing their procedures in order to increase the quality of care they provide to their patients. While quality for all patients needs to improve, research shows that patients of different ethnicities may receive different levels of care. This can be caused by many factors, including whether or not patients and providers are communicating effectively. Although U.S. hospitals are required to provide language services to patients who speak limited English, there are no guidelines on the most effective ways to communicate with these patients.
In order to improve quality of care and reduce racial and ethnic disparities, more hospitals are recognizing that the quality of language services that they provide is directly linked to the quality of medical care their patients receive.
Many studies and projects have provided information about the characteristics of a high-quality language services program in a health care system. What remains a challenge, however, is the development of an appropriate set of administrative and organizational mechanisms to embed language services into the very fabric of health care delivery. Speaking Together: National Language Services Network aims to address this challenge, recognizing that in order to more effectively use the limited resources of hospital-based language services, institutions need to better understand how to move linguistic competence into the mainstream of service delivery and quality improvement activities.


Background


In 1999, Congress requested that the Institutes of Medicine (IOM) conduct a study to examine the extent of health care disparities among racial and ethnic minorities in America. The study, titled Unequal Treatment: Confronting Racial and Ethnic Disparities in Health Care, determined that gaps in the quality of health care for minorities exist even when factors such as income and insurance status are comparable to Caucasians. One of these gaps lies in the quality of patient-provider communication.
More than 46 million people, or approximately 17 percent of the U.S. population, speak a language other than English in their homes,a number that is expected to increase in the coming decades. For this growing portion of the population, poor communication can result in serious consequences when it comes to accessing health care. Persons with limited English proficiency (LEP) are less likely to have a regular source of primary care and are less likely to receive preventive services than persons whose primary language is English.3 In a national survey of insured non-elderly adults, for example, Spanish-speaking Hispanic patients showed significantly lower use compared to non-Hispanic white patients for physician or mental health visits, influenza vaccination and mammograms.
Communication barriers due to LEP can also adversely affect quality of care delivered to patients. Such barriers impair discussions of symptoms and alternative treatment regimens, resulting in misdiagnoses or poor treatment decisions. Communication barriers also impede the understanding and compliance of treatment plans and therapies among patients with LEP. For example, studies have shown that patients who need an interpreter, but do not receive one, are less likely to understand the instructions for taking medications, receive information on medication side effects, and experience satisfaction with their care. One survey found that in the absence of an interpreter, Spanish-speaking, LEP patients report significant difficulty in being able to fully explain their symptoms and trust the medical recommendations of an English-speaking only provider.
Moreover, barriers due to LEP slow the efficiency of health care delivery. In a study of health care utilization in an emergency department (ED) setting, patients with LEP demonstrated a higher rate of resource utilization and increased ED visit times compared to those proficient in English.
Medical interpreters, when assessed and trained, can help in bridging this critical communication gap between provider and LEP patient. For this reason, the IOM lists supporting the use of interpreter services as a chief strategy for fighting disparities in health care and recommends that professional interpretation services be “the standard where language discordance poses a barrier to care.” Unfortunately, providers in communities with rapid rates of growth among non-English speaking patient populations often do not have the knowledge or tools to enable them to design, develop and grow sufficient language service capacity in response to the needs of their linguistically diverse patient populations.



Professional medical interpreters play a crucial role in mediating language-discordant encounters between patients and physicians.

Trained interpreters allow for timely information exchange that is both accurate and culturally sensitive. Rising numbers of immigrants will increase the demand for interpreters. Medical doctors need to respond by establishing collaborative practices with interpreters or using remote interpretation services.


Ouça aqui o programa de Marcos Fleury sobre Intérpretes Especializados em Terminologia Médica:Uma nova opção de carreira

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Atividade Física e Saúde Mental - Exercice & Mental Health



Existem várias evidências científicas mostrando que o exercício físico pode melhorar a capacidade de uma pessoa em raciocinar melhor. Mas também existem evidências que mostram que a fadiga e o excesso de treinamento físico não provocam esse efeito positivo. O exercício realizado de forma adequada melhora o estado de humor, o bem-estar, a ansiedade e depressão, assim como ajuda o indivíduo a lidar melhor com o estresse.

Um estudo na Universidade de Georgia USA, revisou publicações dos últimos 30 anos sobre os efeitos do exercício no cérebro e demonstrou que o exercício físico fornece muitos benefícios para a saúde mental, isto é, o exercício afeta de forma positiva o desempenho de várias tarefas mentais. Portanto, qual tipo de exercício poderá melhorar esse desempenho? Diferentes testes psicológicos e mentais mostraram que o exercício aeróbio apresenta melhores resultados quanto à capacidade de resolver problemas e tomar decisões mais rápidas e precisas. O exercício físico aeróbio de intensidade moderada provoca a liberação de hormônios e neurotransmissores (substâncias químicas presentes no cérebro) envolvidos em vários processos cognitivos, como a memória e aprendizagem. No entanto, apesar desses estudos serem muito estimulantes e promissores, ainda existem muitas questões a serem respondidas. Por exemplo, não se sabe ao certo qual seria a duração dos benefícios do exercício após a interrupção de um programa de treinamento físico ou mesmo qual seria a quantidade de exercício necessária para recuperar os benefícios adquiridos.De toda forma, o exercício físico adequado pode aprimorar não somente os aspectos relacionados ao desempenho mental, assim como reduzir os riscos do déficit da cognição relacionada à idade.


Study is first to confirm link between exercise and changes in brain

CHAMPAIGN, Ill. -- Three key areas of the brain adversely affected by aging show the greatest benefit when a person stays physically fit. The proof, scientists say, is visible in the brain scans of 55 volunteers over age 55. The idea that fitness improves cognition in the aging is not new. Animal studies have found that aerobic exercise boosts cellular and molecular components of the brain, and exercise has improved problem-solving and other cognitive abilities in older people. A new study in the February issue of the Journal of Gerontology: Medical Sciences, however, is the first to show -- using high-resolution magnetic resonance imaging -- anatomical differences in gray and white matter between physically fit and less fit aging humans.
Gray matter consists of thin layers of tissue of cell bodies such as neurons and support cells that are critically involved in learning and memory. White matter is the myelin sheath containing the nerve fibers that transmit signals throughout the brain.
"As people age, especially after age 30, these tissues shrink in a pattern closely matched by declines in cognitive performance." Kramer said. "We found differences in three areas of the brain, the frontal, temporal and parietal cortexes. There were very distinct differences particularly in two types of tissue, the gray matter and white matter. Nobody has reported this before."
A second Kramer-led study -- a meta-analysis (comprehensive data review) of 18 previous studies -- that will be published in March in Psychological Science, suggests that older women, especially those on hormone-replacement therapy, benefit more cognitively than do men from increased physical activity as they age.
The Journal of Gerontology study involved well-educated men and women aged 55 to 79. Their fitness ranged from sedentary to very fit, competitive-ready athletes. Fitness was measured by results of one-mile-walking and treadmill stress tests. Three-dimensional scans of the participants' brains were done using MRI equipment at Carle Foundation Hospital in Urbana. Applying voxel-based morphometry, researchers estimated tissue atrophy in a point-by-point fashion in the targeted regions of the brain.
"Interestingly, we found that fitness per se didn't have any influence on brain density," said Kramer, a professor of psychology and member of the Beckman Institute for Advanced Science and Technology at Illinois. "It is fitness as it interacts with age that has the positive effects. Older adults show a real decline in brain density in white and gray areas, but fitness actually slows that decline."
In the study, most other potential negative attributes -- smoking, diabetes, drinking, dieting, etc. -- were factored out of the data equation, Kramer said.
"This, to our knowledge, is the first human data providing a potential anatomical account of the cognitive effects that we and others have found over the years," Kramer said. "Our data also suggest that more research is clearly needed to actually do a thorough examination of brain structure and functioning, and the impact of interventions such as fitness and cognitive training."
In 1999, Kramer and colleagues reported in the journal Nature that previously sedentary people over age 60 who walked rapidly for 45 minutes three days a week can significantly improve mental-processing abilities that decline with age, and particularly tasks that rely heavily on the frontal lobes of the brain.
For their meta-analysis paper, researchers reviewed 18 intervention studies done between 1966 and 2001 and involving hundreds of participants ages 55 and older. Fitness training was found to show "robust but selective benefits for cognition, with the largest fitness-induced benefits occurring for executive-control processes."
Few studies done in the early part of the time included women, but as data were analyzed from later studies, Kramer said, "We found that gender had a large effect; men simply don't benefit as much, so we went back through our own data and asked why."
In previous studies of mice whose ovaries had been removed, they noted a decline in exercise and a drop in production of brain-derived neurotropin. When mice were put back on estrogen, production of the brain molecule increased and so did exercise activity.
In women, Kramer said, the data showed a similar trend: Women on estrogen replacement therapy benefited more than women not on it.
Other main conclusions from the meta-analysis: Exercise programs involving both aerobic exercise and strength training produced better results on cognitive abilities than either one alone.
Older adults benefit more than younger adults do, possibly, Kramer said, because older adults have more to gain as age-related declines become more prevalent.
More than 30 minutes of exercise per session produce the greatest benefit, a finding consistent with many existing guidelines for adults. The studies were funded by the National Institute on Aging (National Institutes of Health) and the New York-based Institute for the Study of Aging.
"These intriguing data suggest there may be one more possible benefit from regular exercise," said Molly V. Wagster, program director for the Neuropsychology of Aging, Neuroscience and Neuropsychology of Aging Program of the NIA, which supported the work. "The study emphasizes the importance of continued research on the potential role that exercise might play in reducing cognitive decline with age."
Illinois contributors to the Journal of Gerontology paper were Kramer; postdoctoral researcher Stanley J. Colcombe; doctoral student Kirk I. Erickson; Andrew G. Webb, professor of electrical and computer engineering; Neal Cohen, professor of psychology; and Edward McAuley, professor of kinesiology. Naftali Raz of Wayne State University in Detroit also was a co-author. Colcombe and Kramer performed the meta-analysis study.


Source: University of Illinois at Urbana-Champaign 28 Jan 2003



How does exercise improve mental health?

One theory for some of the benefits of exercise included the fact that exercise triggers the production of endorphins. These natural opiates are chemically similar to morphine. They may be produced as natural pain-relievers in response to the shock that the body receives in exercise. Researchers are beginning to question whether these substances improve mood. Studies show that endorphins do not cross the blood-brain barrier easily. Their ability to relieve pain probably occurs at the level of the spinal cord, leaving some other mechanism responsible for the mental health effects of exercise.
Recent studies have found that exercise boosts activity in the brain's frontal lobes and the hippocampus. We don't really know how or why this occurs. Animal studies have found that exercise increases levels of serotonin, dopamine and norepinephrine. These neurotransmitters have been associated with elevated mood, and it is thought that antidepressant medications like Prozac also work by boosting these chemicals.
Exercise has also been found to increase levels of "brain-derived neurotrophic factor" (BDNF). This substance is thought to improve mood, and it may play a role in the beneficial effects of exercise. BDNF's primary role seems to be to help brain cells survive longer; so this may also explain some of the beneficial effects of exercise on dementia.
The bottom line is that most of us feel good after exercise, and it's probably not from endorphins. Physical exercise is good for our mental health and for our brains. Someday we will understand it all better - but we can start exercising today.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

What is Biomedical English ? O que é Inglês Biomédico ?


What is Biomedical English ? O que é Inglês Biomédico ?


Inglês Biomédico - Inglês Médico - Terminologia Médica

LINGUAGEM MÉDICA

FUNDAMENTOS DA TERMINOLOGIA MÉDICA

Todo ramo do saber humano, toda ciência, necessita criar sua própria terminologia, adequada às suas necessidades de comunicação e expressão. A medicina, como uma das mais antigas atividades do homem, desenvolveu uma linguagem que, ao leigo, se afigura hermética e de difícil entendimento. Do mesmo modo, o estudante de medicina se assusta de início com tantas palavras novas que deve aprender e cujo significado tem dificuldade de memorizar.
Para facilitar o aprendizado da terminologia médica são úteis algumas noções sobre formação de palavras.
Inicialmente é necessário ressaltar que os termos médicos são regularmente formados a partir de radicais, prefixos e sufixos gregos e latinos, com os seguintes bjetivo:

1. Simplificação da linguagem.
2. Precisão do significado das palavras
3. Intercâmbio científico entre as nações com diferentes idiomas de cultura.

O uso de radicais gregos e latinos, comuns a vários termos, permite expressar em poucas palavras fatos e conceitos que, de outro modo, demandariam locuções e frases extensas. Cada termo médico, tal como ocorre em outras áreas do conhecimento humano, caracteriza um objeto, indica uma ação ou representa a síntese de uma idéia ou de um fenômeno, a definição de um processo, contendo em si, muitas vezes, verdadeira holofrase, cujo sentido está implícito na própria palavra.
Quando nos referimos, por exemplo, à colecistectomia laparoscópica enunciamos em duas palavras um procedimento complexo que, em linguagem descritiva seria: "operação para retirada da vesícula biliar por um processo que não necessita abrir a parede abdominal e que utiliza um equipamento de videolaparoscopia". Se quiséssemos explicar em que consiste o equipamento teríamos de escrever outro parágrafo ainda mais extenso.
Vejamos outro exemplo: O mielograma acusou pancitopenia. Equivale a dizer "que o exame da medula óssea mostrou diminuição de todos os tipos de células normalmente ali encontradas e que dão origem aos glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas do sangue".
Choque hipovolêmico expressa a condição clínica caracterizada, em linguagem comum por "queda acentuada da pressão arterial por diminuição do volume de sangue circulante". E assim por diante.
O segundo objetivo consiste na precisão da linguagem. Cada termo empregado deve ter um único significado, uma definição própria aceita pela comunidade científica, ao contrário da linguagem literária ou coloquial em que as palavras podem ter acepções diversas, na dependência do seu contexto na frase.
O terceiro objetivo da terminologia médica é a sua internacionalização, facilitando o intercâmbio de informações entre os diferentes países. Isto se torna possível pela utilização de termos que são comuns a todas as línguas de cultura, adaptáveis morfologicamente a cada uma delas.
Vejamos apenas um exemplo: O termo esplenomegalia significa "baço aumentado de tamanho". A palavra compõe-se das raízes gregas splén, baço + megalo, grande + sufixo ia. O termo é universal, comum a todos os idiomas.
Aceita a palavra grega splén na terminologia médica internacional, todos os termos relativos ao baço serão formados com o mesmo radical nos vários idiomas. Se tivéssemos que utilizar a palavra baço fora da terminologia médica, teríamos spleen, em inglês; mitz, em alemão; rate, em francês; milza, em italiano; bazo, em espanhol e baço, em português, o que dificultaria enormemente a comunicação.
O número de termos novos com os quais o médico deve familiarizar-se é relativamente grande - cerca de 13.000 [1] - número superior ao vocabulário habitualmente usado em qualquer idioma. Basta dizer que em toda a obra literária de Machado de Assis foram utilizados não mais que 12.000 diferentes vocábulos.[2]
Seria extremamente difícil memorizar tantas palavras, não fosse o fato de que a maioria dos termos científicos usados em medicina foram criados utilizando-se de raízes gregas e latinas, que entram com o mesmo significado na formação de múltiplas palavras, e que podem ser facilmente identificadas. São relativamente poucos os termos médicos oriundos de outras línguas ou formados de elementos vernáculos. Assim, para a compreensão e mais fácil assimilação da terminologia médica, é indispensável um mínimo de conhecimento sobre a origem e formação de termos médicos a partir do grego e do latim.

Biomedical English - Medical English - Medical Terminology

Medical terminology is a vocabulary for accurately describing the human body and associated components, conditions, processes and procedures in a science-based manner. This systematic approach to word building and term comprehension is based on the concept of: (1) Word roots, (2) prefixes, and (3) suffixes. The word root is a term derived from a source language such as Greek or Latin and usually describes a body part. The prefix can be added in front of the term to modify the word root by giving additional information about the location of an organ, the number of parts, or time involved. Suffixes are attached to the end of a word root to add meaning such as condition, disease process, or procedure.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Mitos sobre Drogas - Drug Myths


Existem muitas ideias ligadas ao consumo de drogas que são vistas como factos, que no entanto nunca foram demonstrados... não passam de mitos que no fundo servem apenas para sossegar as consciências individuais e colectivas.

O Álcool não é uma Droga.

O álcool, apesar de ser legal, é uma droga, uma vez que tem efeitos no Sistema Nervoso Central, provocando alterações da percepção, da motricidade, dos reflexos, da capacidade de avaliação das situações e pode provocar dependência física e psíquica. Em Portugal calcula-se que existam mais de meio milhão de alcoólicos crónicos.

Beber pouco não afecta as capacidades para a condução.

Não é verdade. Mesmo pequenas quantidades de bebidas alcoólicas têm efeitos ao nível da capacidade de concentração, da atenção, da motricidade e do tempo de reacção. Para além disso, esta diminuição das capacidades não é percebida pelo consumidor que muitas vezes até julga que estão aumentadas.

As saídas em grupo só são divertidas se toda a gente se embebedar.

A capacidade de as pessoas se divertirem tem a ver com o convívio que se estabelece entre elas, os laços que se criam, o contexto em que os encontros acontecem e não com o consumo de substâncias psico-activas.

Fumar Tabaco faz mais mal do que fumar Haxixe ou Maconha.

De um modo geral fuma-se haxixe ou Maconha misturado com tabaco, pelo que os efeitos da nicotina são acrescidos aos efeitos das diversas substâncias que compõem o haxixe, como a goma arábica e outras, que têm efeitos nocivos ao nível pulmonar.

O Haxixe ou a Maconha dá sempre sensação de bem-estar.

Não é sempre assim. Com alguma frequência o consumidor somatiza e amplia angústias e estados de espírito e a experiência pode não ser muito agradável, podendo ocorrer ansiedade, ataques de pânico e paranóia.

Com o Haxixe ou a Maconha não se corre o risco de ficar dependente.

Embora o Haxixe ou a Maconha aparentemente não induza dependência física, alguns factores individuais e sociais podem levar à necessidade de um consumo compulsivo e à dependência psicológica.

Quem consome Haxixe ou Maconha mais cedo ou mais tarde acaba por consumir heroína ou cocaína.

Não é verdade. A maior parte dos consumidores regulares de Haxixe e de Maconha não sentem necessidade de consumir outras drogas. No entanto, há pessoas que, por diferentes razões, são mais susceptíveis de abusar de drogas do que outras. À partida, o consumidor de Haxixe ou de Maconha corre mais riscos de vir a consumir outras drogas.

Os heroinómanos acabam por ficar completamente degradados
(na rua, a arrumar carros, na prostituição,...)

Apesar de muitos consumidores de Heroína entrarem em processos de degradação e desestruturação, existem muitos que estão integrados social e profissionalmente, sem sinais evidentes desses consumos.

Quando não se injecta Heroína, o risco de ficar dependente é menor.

A dependência ocorre qualquer que seja o modo de consumo de Heroína.

A Heroína dá paz de espírito e ajuda a resolver problemas.

Mesmo que no início o consumo de Heroína possa aliviar as tensões internas, proporcionando bem-estar, a verdade é que esse consumo mais cedo ou mais tarde leva a estados de dependência e mal-estar que podem desencadear uma série de problemas de âmbito pessoal e social.

A Heroína é a droga dos pobres e excluídos.

O consumo de Heroína atravessa todos os estratos sociais. As razões que estão na base dos consumos dependem fortemente de aspectos psicológicos, relacionais e outros.


A cocaína aumenta a performance intelectual.

A cocaína é um estimulante do Sistema Nervoso Central que permite realizar actividades num ritmo acelerado, muitas vezes confundido com um aumento de rendimento e de capacidades intelectuais. Com o consumo continuado aparece um efeito paradoxal de depressão que pode desencadear paranóia e mesmo psicoses.

Quem consome drogas fá-lo porque tem problemas.

Mas o facto é que toda a gente tem os seus problemas, e por vezes graves, e a maior parte das pessoas não consome drogas. Muitos procuram nas substâncias um efeito “mágico” que lhes proporcione lidar com a realidade sem sofrimento. A verdade é que os problemas não desaparecem, as substâncias não resolvem nada e com o consumo de algumas substâncias os indivíduos perdem a capacidade de lidar com o real.

Para largar as drogas basta ter força de vontade.

A força de vontade ou a motivação é realmente uma condição indispensável para o início do tratamento. Contudo, é fundamental o acompanhamento técnico adequado para que a mudança seja duradoura.

Tomar drogas provoca a Sida/Aids.

Não é o consumo em si que provoca doenças como a sida e as hepatites, mas sim comportamentos associados aos consumos, como por exemplo a partilha de seringas, algodões, tubos ou qualquer material utilizado para o consumo, as relações sexuais desprotegidas e os contactos com sangue contaminado.

As pastilhas são inofensivas porque não causam dependência física.

Embora não provoquem dependência física, o seu consumo pode levar à existência de dependência psicológica, ou seja, uma necessidade compulsiva de consumo, que pode ser facilitado pelos contextos de diversão.

Todas as pastilhas são ecstasy (MDMA)

Não é verdade. Um dos problemas do consumo de pastilhas advém do facto de não se saber que substâncias contêm. Investigações laboratoriais demonstram que a grande maioria das pastilhas não contêm MDMA (ecstasy) mas sim outras substâncias cujos efeitos podem ser inesperados e de difícil controlo.

Desde que não se abuse não há problema em beber álcool e tomar pastilhas.

A mistura de álcool e pastilhas pode ser bastante prejudicial para a saúde. Por um lado, ao nível da desidratação que pode provocar, pois ambas as substâncias são desidratantes, e por outro as consequências que pode ter ao nível cardíaco pois o álcool tem efeitos depressores e as pastilhas são estimulantes, sendo esse efeito antagónico.

Obs:As Pastilhas aqui mencionadas são consumidas em Portugal,onde este estudo foi feito.No Brasil não existe pesquisa ou evidências do uso destas“Pastilhas".

Na Europa existe também as “Pastilhas”conhecidas como “Drogas Legais Sintéticas” ou “Legal Highs”. São substâncias desenvolvidas em laboratório que simulam os efeitos estupefacientes das drogas ilegais, tais como maconha, ecstasy, LSD ou cocaína, mas que não utilizam ingredientes ou princípios psicoativos proibidos por lei. As drogas legais sintéticas surgiram na Europa a partir de meados dos anos 90 na forma de drogas herbáceas (herbal highs) vendidas em pílulas à base de efedrina (princípio ativo extraído da planta asiática ma huang), que prometiam efeito similar ao do ecstasy ou LSD. Em 1997, a empresa britânica Herbal High Company lançou uma nova geração de produtos mais fortes com efedrina: Bliss Extra (que simulava o ecstasy), Road Runner (cocaína) e Space Kadet (LSD). No ano 2000, com a proibição da efedrina, veio uma nova geração bem mais potente de drogas legais, à base da substância BZP (1-benzil-piperazina), desenvolvidas na Nova Zelândia pela empresa Stargate International, e que deram origem ao termo legal highs. Segundo o dono da empresa, Matt Bowden, sua indústria passou a trabalhar junto ao governo neo-zelandês numa política de redução de danos que visava diminuir os riscos do usuário, regulando tais drogas em vez de proibi-las. Em 2008, no entanto, o novo governo da Nova Zelândia resolveu proibir o BZP, que continua sendo a base das legal highs mais populares e ainda é legal em alguns países da Europa.[2]
Na Grã-Bretanha, o mercado se expandiu a partir de fins dos anos 90 com uma brecha legal que permitia a venda de cogumelos mágicos, desde que vendidos frescos e sem preparo. Em 2004, houve uma explosão de vendas com mais de 400 varejistas no negócio, e em 2005 o governo decidiu proibir o produto. Como resultado da proibição, os comerciantes lançaram uma variedade imensa de alternativas, incluindo outros cogumelos, salvia e um grande número de ervas psicoativas que mimetizam os efeitos de cada droga ilegal existente.
Em 2008, um estudo foi realizado pelo OEDT junto a 68 lojas virtuais que vendem drogas legais sintéticas, em sua maioria sediadas no Reino Unido e na Holanda. O estudo revelou que mais de 200 produtos psicoativos são comercializados atualmente na Europa, sendo que as legal highs mais comuns são a Salvia divinorum, a trepadeira elefante (Argyreia nervosa), a kratom (Mitragyna speciosa), os cogumelos alucinogênicos e uma variedade de “pastilhas de festas” (party pills). A Salvia divinorum, a trepadeira elefante e a chamada campainha (morning glory ou Ipomoea violacea) são oferecidas como substitutas do LSD; a kratom, dos opiáceos; várias preparações como alternativas à maconha; e as “past ilhas de festa” como substitutas do ecstasy (MDMA), sendo que estas últimas podem conter matérias vegetais, substâncias sintéticas ou semi-sintéticas[4]. Embora o principal ingrediente das “pastilhas de festa” seja o BZP (benzil-piperazina), as lojas virtuais parecem já estar prontas para substituí-lo por outras substâncias assim que ele for submetido a medidas de controle pelas autoridades da União Europeia[5].
Na Grã-Bretanha, centenas de lojas de rua vendem as legal highs nas principais cidades, alimentando uma lucrativa indústria de drogas alteradoras da consciência. Entre os consumidores, há hippies, baladeiros, estudantes, donas de casa e até marombeiros à procura de moderadores de apetite. O faturamento anual do mercado britânico de drogas legais sintéticas é estimado em 10 milhões de libras. Na maior loja virtual britânica, com faturamento de 2 milhões de libras por ano, 5000 produtos são oferecidos, incluindo drogas estimulantes, visionárias, relaxantes e afrodisíacas. Consumidores podem ranquear os produtos com estrelas e relatar efeitos colaterais, e os produtos com ranking baixo são retirados de venda[6].
Em 2007, o Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência (OEDT ou EMCDDA, na sigla em inglês) criou um sistema de alerta rápido para a detecção de novas substâncias psicoativas lançadas no mercado, com o objetivo de catalogar tais substâncias, investigar seus métodos de produção, riscos para a saúde, e traçar um perfil dos usuários[7].
Algumas substâncias são proibidas em alguns países da Europa e permitidas em outros (veja os textos legais aqui). O BZP foi incluído na lista das substâncias controladas de 4 países (Itália, Estônia, Lituânia e Malta). Entre as plantas com ingredientes psicoativos, o khat (Catha edulis) está na lista proibida de 11 países europeus, entre eles a Bélgica (por outro lado, no Reino Unido uma avaliação de riscos de 2005 não recomendou o seu controle). A Salvia divinorum foi proibida na Bélgica, Suécia e Alemanha. Cogumelos frescos contendo psilocina (substância alucinogênica) foram proibidos na Irlanda.[5]
A partir do verão de 2009 (julho), o governo britânico estuda proibir uma variedade de drogas herbáceas (herbal highs), devido aos riscos de efeitos adversos e overdose, além do BZP. Entretanto, com centenas de variações químicas possíveis, é possível aos fabricantes substituir as substâncias proibidas e lançar rapidamente novos produtos no mercado, a fim de permanecer dentro da lei[8].
Efeitos estupefacientes
Segundo jornalistas do jornal britânico “The Independent”, que experimentaram algumas legal highs para fazer uma reportagem, as pastilhas de festa que simulam os efeitos do ecstasy liberam a serotonina, um neurotransmissor, estimulam sensações de intimidade e êxtase, e reduzem as inibições. A pastilha Blessed, além de uma visão turva e confusa, traria uma sensação de felicidade e forte afeição pelos em sua companhia, com uma duração de 3 horas e meia. Já as pílulas Happy Cap teriam efeito mais suave, com duração de 2 horas e meia, mas com uma forte perda de memória de curto prazo.[9]
A repórter Gaia Vince, da revista New Scientist, relatou ter fumado legalmente uma dose da erva alucinógena Salvia divinorum, que a teria levado a uma “viagem de expansão de consciência” de cinco minutos, onde “objetos e pessoas pareciam de desenho animado, surreais e maravilhosos”. No entanto, ela também relatou que sua boca ficou sem coordenação motora, que teve dificuldades para se manter em pé por alguns minutos após o fim da “viagem”, e que pingava de suor.[3].






13 Myths About Drug Abuse & Treatment

Myth #1: Drug addiction is voluntary behavior.

A person starts out as an occasional drug user, and that is a voluntary decision. But as times passes, something happens, and that person goes from being a voluntary drug user to being a compulsive drug user. Why? Because over time, continued use of addictive drugs changes your brain -- at times in dramatic, toxic ways, at others in more subtle ways, but virtually always in ways that result in compulsive and even uncontrollable drug use.

Myth #2: More than anything else, drug addiction is a character flaw.

Drug addiction is a brain disease. Every type of drug of abuse has its own individual mechanism for changing how the brain functions. But regardless of which drug a person is addicted to, many of the effects it has on the brain are similar: they range from changes in the molecules and cells that make up the brain, to mood changes, to changes in memory processes and in such motor skills as walking and talking. And these changes have a huge influence on all aspects of a person's behavior. The drug becomes the single most powerful motivator in a drug abuser's existence. He or she will do almost anything for the drug. This comes about because drug use has changed the individual's brain and its functioning in critical ways.

Myth #3: You have to want drug treatment for it to be effective.

Virtually no one wants drug treatment. Two of the primary reasons people seek drug treatment are because the court ordered them to do so, or because loved ones urged them to seek treatment. Many scientific studies have shown convincingly that those who enter drug treatment programs in which they face "high pressure" to confront and attempt to surmount their addiction do comparatively better in treatment, regardless of the reason they sought treatment in the first place.

Myth #4: Treatment for drug addiction should be a one-shot deal.

Like many other illnesses, drug addiction typically is a chronic disorder. To be sure, some people can quit drug use "cold turkey," or they can quit after receiving treatment just one time at a rehabilitation facility. But most of those who abuse drugs require longer-term treatment and, in many instances, repeated treatments.

Myth #5: We should strive to find a "magic bullet" to treat all forms of drug abuse.

There is no "one size fits all" form of drug treatment, much less a magic bullet that suddenly will cure addiction. Different people have different drug abuse-related problems. And they respond very differently to similar forms of treatment, even when they're abusing the same drug. As a result, drug addicts need an array of treatments and services tailored to address their unique needs.

Myth #6:People don't need treatment.They can stop using drugs if they really want to.

FACT: It is extremely difficult for people addicted to drugs to achieve and maintain long-term abstinence. Research shows long-term drug use actually changes a person's brain function, causing them to crave the drug even more, making it increasingly difficult for the person to quit. Especially for adolescents, intervening and stopping substance abuse early is important, as children become addicted to drugs much faster than adults and risk greater physical, mental and psychological harm from illicit drug use.

MYTH #7: Treatment just doesn't work.

FACT: Treatment can help people. Studies show drug treatment reduces drug use by 40 to 60 percent and can significantly decrease criminal activity during and after treatment. There is also evidence that drug addiction treatment reduces the risk of HIV infection (intravenous -drug users who enter and stay in treatment are up to six times less likely to become infected with HIV than other users) and improves the prospects for employment, with gains of up to 40 percent after treatment.

MYTH #8: Nobody will voluntarily seek treatment until they hit ‘rock bottom.’

FACT: There are many things that can motivate a person to enter and complete substance abuse treatment before they hit "rock bottom." Pressure from family members and employers, as well as personal recognition that they have a problem, can be powerful motivating factors for individuals to seek treatment. For teens, parents and school administrators are often driving forces in getting them into treatment once problems at home or in school develop but before situations become dire. Seventeen percent of adolescents entering treatment in 1999 were self- or individual referrals, while 11 percent were referred through schools.

MYTH #9: You can't force someone into treatment.

FACT: Treatment does not have to be voluntary. People coerced into treatment by the legal system can be just as successful as those who enter treatment voluntarily. Sometimes they do better, as they are more likely to remain in treatment longer and to complete the program. In 1999, over half of adolescents admitted into treatment were directed to do so by the criminal justice system.

MYTH #10: There should be a standard treatment program for everyone.

FACT: One treatment method is not necessarily appropriate for everyone. The best programs develop an individual treatment plan based on a thorough assessment of the individual's problems. These plans may combine a variety of methods tailored to address each person's specific needs and may include behavioral therapy (such as counseling, cognitive therapy or psychotherapy), medications, or a combination. Referrals to other medical, psychological and social services may also be crucial components of treatment for many people. Furthermore, treatment for teens varies depending on the child's age, maturity and family/peer environment, and relies more heavily than adult treatment on family involvement during the recovery process. "[They] must be approached differently than adults because of their unique developmental issues, differences in their values and belief systems, and environmental considerations (e.g., strong peer influences)."

MYTH #11: If you've tried one doctor or treatment program, you've tried them all.

FACT:Not every doctor or program may be the right fit for someone seeking treatment.For many, finding an approach that is personally effective for treating their addiction can mean trying out several different doctors and/or treatment centers before a perfect "match" is found between patient and program.

MYTH #12: People can successfully finish drug abuse treatment in a couple of weeks if they're truly motivated.

FACT: Research indicates a minimum of 90 days of treatment for residential and outpatient drug-free programs, and 21 days for short-term inpatient programs to have an effect. To maintain the treatment effect, follow up supervision and support are essential. In all recovery programs the best predictor of success is the length of treatment. Patients who remain at least a year are more than twice as likely to remain drug free, and a recent study showed adolescents who met or exceeded the minimum treatment time were over one and a half times more likely to abstain from drug and alcohol use 4 However, completing a treatment program is merely the first step in the struggle for recovery that can extend throughout a person's entire lifetime.

MYTH #13: People who continue to abuse drugs after treatment are hopeless.

FACT: Drug addiction is a chronic disorder; occasional relapse does not mean failure.
Psychological stress from work or family problems, social cues (i.e. meeting individuals from one's drug-using past), or their environment (i.e. encountering streets, objects, or even smells associated with drug use) can easily trigger a relapse. Addicts are most vulnerable to drug use during the few months immediately following their release from treatment. Children are especially at risk for relapse when forced to return to family and environmental situations that initially led them to abuse substances. Recovery is a long process and frequently requires multiple treatment attempts before complete and consistent sobriety can be achieved.

SOURCES (unless otherwise noted): Principles of Drug Addiction Treatment: A Research-Based Guide. (October 1999). National Institute on Drug Abuse, National Institute of Health; Alan I. Leshner, Ph.D., former Director of the National Institute on Drug Abuse(2001).

Informações Acadêmicas e Pessoais

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Rio de Janeiro, RJ
Professional Counselling Diploma. The KEW Academy. Professional Addiction Counselling Diploma. The KEW Academy. Especialização em Psicanálise e Neurociência PUC - RIO. Especialização em Dependência Química pelo CBP - RIO.